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O saber em rede
Reynaldo F. L. de Mello - Publicado em 19.11.2005

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É possível a invenção do saber em rede?
A transposição do século XX para o século XXI trás muitas conquistas e muitas derrotas para a humanidade, enquanto espécie que se globaliza e planetariza. Podemos pensar em muitos exemplos grandiosos e em muitos momentos de barbárie; entretanto, lanço à reflexão de todos, três pensamentos, que elucidam a aventura da civilização humana em seu saber-fazer.
O primeiro é do Capitão de Moby Dick de Melville, que afirmava de si mesmo:
• Todos os meus meios e métodos são racionais; só meu objetivo é louco.
Ou seja, a técnica pela técnica, a ciência pela ciência ou o lucro pelo lucro, podem ter mil tentáculos de racionalizações, mas se não houver uma consciência do fim almejado que integre o ser humano às demais formas de vida e ao meio ambiente num contexto de valorização ao re-envolvimento co-evolutivo, o resultado final será um estado de loucura perene...
O segundo pensamento é do cientista Joël de Rosnay:
• O homem-cigarra aparece como um gênio individual e um idiota coletivo.
Aqui temos a síntese da organização social que se acentuou desde emergência da Sociedade Industrial, qual seja: cada vez mais fragmentamos o nosso modo de viver em unidades/objetos com significações e valorações maciçamente individualistas. Preterimos, assim, as unidades sistêmicas. Somos levados à construção de um agregado social que denominamos de sociedade; entretanto, o conceito de sociedade integraliza como princípio básico uma concepção sistêmica e interdependente do ser-em-sociedade. Se formos de fato, uma forma de vida inteligente, deveríamos ter a percepção de que nossa individualidade está inserida em nossa coletividade e nossa coletividade inserida em nossa individualidade: somos seres bioculturais (diferente de biossociais) – esta característica faz a diferença em relação às demais formas de vida que habitam o planeta Terra.
O terceiro pensamento é do astrônomo Johannes Kepler:
• Quero sempre um erro fecundo, cheio de sementes rebentando com as suas próprias correções.
É da condição humana, em vários momentos da vida, o aparecimento de dúvidas e incertezas, do deparar-se com obstáculos e infortúnios, mas ao invés de deixarmos que esta condição aniquile nosso ser-em-sociedade e nos deixe em um estado letárgico (psicologicamente e socialmente), avançamos corajosamente frente ao desconhecido, muitas vezes de modo teimoso, errando e acertando em nossas atitudes e comportamentos; mas sempre com uma qualidade primordial: aprendermos com os nossos próprios erros. Esta máxima proposta por Kepler, de errar e não ter vergonha de admitir o erro, aprender a tirar do erro as suas próprias correções, pois muitas vezes um erro é mais fecundo que um acerto; precisa ser entendida como humildade e maturidade do processo de aprendizagem.
Nesse sentido, o processo ensino-aprendizagem não pode ser visto como mera atividade racional-instrumental (a razão instrumental deve ser percebida como um elemento fundamental que compõe o processo, mas não como se fosse o próprio processo), pois é notória a importância da dimensão emocional, da dimensão corporal e da interação destas com o intelecto; e este processo, para ter sucesso, tem de estar ancorado no universo cotidiano vivido e reinventado perenemente por aqueles que são objetos e sujeitos da criação e construção de seus mundos.
Mas o que tem haver esta discussão com a invenção do saber em rede?
Penso que dentro do escopo da educação ambiental e da alfabetização ecológica, em uma escola ou em uma faculdade, na implementação de um sistema de gestão ambiental em uma empresa, ou em um programa de políticas públicas ambientais, o processo de ensino-aprendizagem encontra o seu campo de atuação por excelência: a confluência dos vários conhecimentos, sentimentos e comportamentos dos atores sociais – o saber em rede, atuando decisivamente na crise sócio-ambiental na qual estamos entrando.
Podemos, nesse sentido, destacar alguns sintomas da crise: a extinção dos recursos genéticos através da perda de biodiversidade; a perda da capacidade produtiva dos ecossistemas em função de técnicas “racionais” de cultivos, como os agrotóxicos; a sobrecarga da capacidade de suporte humano dos ecossistemas (superpopulação e superconsumo); a degradação da esfera moral, social e ambiental; escassez de água potável, com o vislumbre por alguns futurólogos de guerras para os séculos XXI e XXII motivadas pela posse deste precioso líquido; entre outros sintomas – enfim, fenômenos de uma nova ordem social e política de dimensões mundiais.
Portanto, meios e métodos racionais com fins loucos e gênios individuais mas idiotas coletivos são exemplos sintéticos, simbólicos e factuais (ou fatídicos?) do comportamento que nos trouxe à gigantesca crise planetária na qual estamos entrando. Justamente em função disto é que os erros fecundos com suas próprias correções são mais do que desejados, são impreteríveis à continuação da vida humana em sociedade civilizada – na verdade em vias de vir a ser civilizada algum dia, é o que todos almejamos (há alguns desertores deste objetivo: os senhores da guerra!).
Visão de Mundo em Mutação?
A mais ou menos três séculos atrás, os recursos utilizados pelas diversas sociedades humanas eram, em sua maioria, renováveis. Atualmente o crescimento da utilização de recursos não renováveis à escala de vida humana vem aumentando assustadoramente (prezado leitor, observe neste exato momento o local onde está e liste mentalmente a quantidade de utensílios derivados dos derivados de petróleo); sendo que, países ditos desenvolvidos são os que mais se utilizam dos recursos não-renováveis (à escala humana de vida) e vivem às custas das reservas de recursos renováveis dos países ditos em desenvolvimento ou emergentes. Esta tem sido a tônica do discurso e da prática política de crescimento econômica alicerçadas na razão instrumental e na competição social (entre países, empresas privadas e públicas, organizações civis, famílias e indivíduos), como sendo a melhor forma de ação social para se implementar a democracia e liberdade de mercado (talvez seja, de fato, mas para quem?).
E mais, “no desenvolvimento do mundo moderno, o conhecimento racional não só prevaleceu sobre a sabedoria intuitiva como também a ciência sobre a religião, a competição sobre a cooperação e a exploração intensa dos recursos naturais sobre as atividades de conservação” (Braun; 2001:35). Isto em função de que, “fomos treinados durante gerações e gerações a pensarmos do jeito que pensamos e a agirmos do jeito que agimos. Por isso, temos o mundo que temos. Para evoluirmos coletivamente e conquistar novos caminhos de evolução, teremos então que, através de muito trabalho prático, exercitar o crescimento interior de indivíduo para indivíduo, para galgar patamares superiores de consciência coletiva e estruturação social” (Braun; 2001:13).
Portanto, torna-se necessário incentivar mudanças de valores e atitudes rumo a uma consciência coletiva visando o desencadeamento de um novo processo de desenvolvimento. Um dos pontos iniciais para contribuir com este processo é a mudança gradual da maneira de pensar e ver as coisas com valores estritamente econômicos, como se o dinheiro e a tecnologia fossem o sustentáculo principal da vida na Terra. Como sabemos bem, a Terra é que viabiliza a geração de capital, que o homem utiliza de maneira competitiva e especulativa (Braun; 2001:11).
A questão não é mais buscar uma valoração financeiramente da Natureza a qualquer custo (Capitalismo Ecológico), ou mesmo um retorno romântico à doutrina da Escola Econômica da Fisiocracia, que considerava a terra como a única fonte de riqueza; mas sim, proceder à valoração energética dos ecossistemas (produção e serviços da natureza) e a compreensão de sua capacidade de suporte em interação com o consumo humano. É uma nova lógica que surge como fundamentação da sociedade sustentável. Esta nova maneira de ver e proceder com e no mundo, levará à formação do que podemos nomear como bioeconomia (ainda em “gestação”), que é totalmente diferenciada da economia ambiental (tentativa de cooptar conceitos ecológicos para a economia clássica e neoclássica) e próxima da economia ecológica (tentativa de cooptar conceitos econômicos para a ecologia).
De acordo com Naess (1973), “para haver maior conexão e harmonia com a natureza é necessário questionar os pontos fundamentais da visão dominante do Mundo. Como exemplo disso está a questão da ecologia, que, como ciência, não indaga que tipo de sociedade seria realmente adequada para melhor manter os diferentes tipos de ecossistemas existentes no Planeta. E o que infelizmente ocorre é o contrário: o homem moderno tem em praticamente todos os casos, com raras exceções, estabelecido a forma de utilizar os ecossistemas com bases em suas crenças e visões de como o Mundo deva funcionar” (Braun; 2001:32), e não como de fato ele, o mundo, funciona!
Fica evidente o procedimento pouco científico das ações humanas (o discurso é uma instância à parte), o que desvela a postura ideológica profundamente arraigada do antropocentrismo, que não respeita a diversidade da vida (humana e não-humana) e procura moldar através de todas as formas possíveis a sociedade humana (e o mundo natural) como se esta fosse uma monocultura.
Portanto, é imperativo “reexaminar o quê, para quê e como se produz; além de em que quantidades, e por quê motivo produzimos este ou aquele item” (Aveline; 1999 : 54).
Este tópico pode ser mais bem visualizado através de uma representação esquemática e comparativa no quadro a seguir; onde a unidade do ser humano; sua identidade bio-antropológica, ainda está por ser construída (ou seria uma recriação, como a ave fênix?), e esta poderá vir a fundamentar a concepção de sociedade planetária e de sociedade sustentável.
| VISÃO DE MUNDO EM MUTAÇÃO |
| VISÃO DOMINANTE
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VISÃO EM GESTAÇÃO
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| Domínio da Natureza |
Interdependência com a Natureza |
| Autoridade fundada sobre o poder, o saber não partilhado |
Autoridade fundada sobre a transparência de motivos, saber partilhado |
| Natureza vista somente como fonte de recursos a serem explorados |
Natureza vista como detentora de valores intrínsecos e de eqüidade para todas as espécies |
| Crescimento material e econômico para uma parcela da população humana |
Preenchimento das necessidades materiais e espirituais dos seres viventes |
| Crença em amplas reservas de recursos naturais |
Crença em amplas reservas de recursos naturais |
| Não questionamento da finalidade da ciência e da técnica |
Crítica das finalidades da ciência e da técnica |
| Progresso e soluções embasados em alta tecnologia |
Uso de tecnologias apropriadas |
| Hiper-consumo |
Consumo equilibrado através da redução, do reuso e da reciclagem dos bens e da energia |
| Comunidade nacional e centralizada |
Sistema de bio-regiões e tradição local descentralizada |
| Capitalismo selvagem e comunismo burocrático |
Convivialidade, ecologismo e planetarização |
Elaboração baseada em Braun (2001).
O saber em Rede em Gestação
Desde a década de 1960 que observamos um movimento generalizado por todo o mundo de pessoas que buscam formarem comunidades pacíficas e em harmonia com a Natureza; comunidades com diversas conotações espiritualistas e ou filosóficas, buscando alguma espécie de integração entre conhecimentos produzidos na sociedade industrial e a sabedoria de diversas tradições das sociedades históricas humanas.
Dentre as várias experiências deste exercício de criação de novas estruturas sociais, duas tendências têm se destacado: as ecovilas e as comunidades sustentáveis.
As ecovilas são comunidades fundamentadas em princípios e modelos ecológicos, buscando integrar a dimensão cultural a estes fundamentos. Segundo Braun (2001) via de regra, a integração social da ecovilas está baseada em três princípios básicos: trabalhos comunitários diários; reuniões regulares; e celebrações e práticas religiosas ecumênicas.
São exemplos de ecovilas (entre outras):
1. Fundação Findhorn – Escócia;
2. Auroville – Índia;
3. Ecovila de Pirenópolis – Brasil.
As comunidades sustentáveis não seguem necessariamente um modelo ecológico (embora seja inevitável que tal venha a ocorrer), são mais ecléticas em diversos procedimentos sociais, muitas vezes podem atuar com uma postura religiosa e filosófica específica, ou sem qualquer referência a dimensão espiritual.
Um caso interessante de ser lembrado é o fato de que a metodologia dos 5S, Seiri ? organização; Seiton ? arrumação; Seiso ? limpeza; Seiketsu ? padronização; e Shitsuke ? autodisciplina; tão utilizada no seio de várias organizações de ponta do Japão, Europa e América do Norte – junto com outras ferramentas organizacionais –, foram inspiradas nos templos budistas e zen budistas, o que demonstra o aspecto de rede, aqui defendido, para o processo de ensino-aprendizagem.
São exemplos de comunidades sustentáveis (entre outras):
1. Centro de Tecnologia Alternativa – País de Gales;
2. Comunidade Osho Internacional – Índia;
3. Fazenda Ananda Kirtana – Brasil.
Some-se a este contexto, o movimento da Permacultura criado por Bill Mollison, que procura disseminar técnicas de agricultura ecologicamente sustentável através de esquemas especializados de educação ambiental (Braun; 2001).
No mesmo sentido Fritjof Capra funda o Instituto Elmwood nos Estados Unidos com o propósito de disseminar os Princípios da Alfabetização Ecológica, criando uma rede de trocas de informações e experiências em várias regiões do planeta. Estes “princípios ecológicos extraídos dos ecossistemas são aplicados nas comunidades de aprendizagem sob a forma de princípios educacionais” (Gadotti; 2000 : 99); tais como: interdependência; sustentabilidade;ciclos ecológicos; fluxo de energia; associação; flexibilidade; diversidade e coevolução.
Todo esse fluxo de pensamentos,sentimentos e energias de e para a renovação humana planetária, visam atingir o seguinte foco: “devemos evitar o paradigma dominante nas relações humanas e sociais, de ter perdedores de um lado e vencedores do outro. O segredo do desenvolvimento está em buscar soluções para que os dois lados tenham sucesso: soluções de vencer-vencer (win-win solutions)” (Braun; 2001:67).
Ou seja, atualmente esta é a busca “alquímica” da organização antropossocial!
Reforçando ainda mais esta nova trilha aberta para a humanidade caminhar com esperança, Elisabet Sahtouris faz referência à necessidade de mudança de enfoque e de terminologias quando afirma, “I would like to propose that we replace our environmental education programs with education on Living Systems. In fact, if I were the designer of our educational sistems, I would make Living Systems the overarching concept for all studies”.
Há, sem dúvida alguma, muitas propostas, idéias e realizações já em curso, só não há como prever quando e exatamente o quê resultará desta “onda” que se movimenta pelas mentes e corações de muitos seres humanos.Uma coisa é certa, o saber em rede é um processo em gestação e o seu desabrochar será o resultado sinérgico de todas estas contribuições.
Lembremos aqui, os princípios da ecologia profunda segungo Callenbach (2001), listados a seguir; pois que, a maturidade da espécie humana dependerá da compreensão e utilização destas leis e princípios:
• Todas as coisas estão interligadas;
• Tudo vai para algum lugar;
• Nada é de graça;
• A natureza revida.
Proposta para Pesquisa de Campo: construção de indicadores
O campo da pesquisa sócio-ambiental (em sentido amplo: sistemas vivos) através das ciências exatas, naturais e humanas, apresenta-se como propício à compreensão deste macro-conceito do saber em rede, pois surge como uma intersecção entre os conhecimentos científicos, os sentimentos e os comportamentos dos agentes sociais em suas diversas práticas cotidianas; ou seja, é justamente na interação e, portanto, conexão do saber-fazer-ser que está o processo de ensino-aprendizagem – as atitudes e comportamentos dados nas relações sociais.
Penso que é possível utilizarmos a técnica metodológica dos indicadores, sem nos esquecermos de suas limitações; pois não devemos, jamais, confundirmos o projeto com objeto, o objeto com o método, o método com a técnica, a técnica com a ferramenta, a ferramenta com a ação, a ação com o resultado obtido e, finalmente, o resultado obtido com a realidade investigada.
Mas como a compreensão deste macro-conceito pode ser analisada e interpretada?
Através da avaliação de quatro categorias de análise:
1- Alfabetização básica (saber ler, escrever e se comunicar – entendido aqui em uma escala ampla, exemplo: a leitura que um pescador faz das condições meteorológicas é tão válida e funcional, quanto um boletim emitido por um centro científico de observação meteorológica, ou talvez até mais...);
2- Alfabetização tecnológica (saber produzir e interagir com as tecnologias predominantes e com as alternativas);
3- Alfabetização ecológica (saber interagir com os ecossistemas: conhecimentos teóricos e práticos);
4- Alfabetização sócio-cultural (saber interpretar e conviver em sua comunidade e em outras sociedades: construção da cidadania planetária).
Via de regra, todo impacto social torna-se um impacto ambiental em razão das organizações sociais humanas ocuparem praticamente todos os biomas do globo terrestre. Assim, estas quatro categorias de análise, a priori, deverão permitir uma investigação do macro-conceito do saber em rede.
A construção de indicadores; com dimensões qualitativas e quantitativas; tem o intuito de servirem como ferramentas de trabalho. Cada categoria de análise deverá ter somente um indicador qualitativo e um quantitativo, ao menos inicialmente como forma de facilitar a operacionalização da pesquisa, podendo em um momento posterior, agregarem-se mais indicadores.
Estes indicadores serão relacionados em uma matriz de impactos ambientais e sociais como forma de melhor representar os resultados obtidos, facilitando, portanto, a compreensão dos dados obtidos.
Considerações Finais
É interessante refletirmos neste momento sobre o pensamento de Arthur Schopenhauer:
• Toda verdade passa por três etapas: primeiro, ela é ridicularizada; depois, é violentamente antagonizada; por último, ela é aceita universalmente como auto-evidente.
Os princípios postos pela Ecologia Profunda, em um mundo que se globaliza através do adestramento da técnica (o saber-fazer), ao invés de se planetarizar pela educação do ser humano em sua, e para sua diversidade social (o saber-fazer-ser); refletem justamente esse momento de transição e porque não dizermos de rito de passagem de uma postura linear de ação-reação para uma postura de sistemas adaptativos complexos; onde o adestramento e a educação formam uma unidade.
A questão, então, é saber quando teremos consciência deste processo (se é que a teremos)?
Diante destas reflexões, penso na educação como um artefato-produto, fruto do imaginário humano em sua aventura evolutiva e cultural em que, por mais que a loucura de muitos “mandarins” do saber-fazer, encastelados numa genialidade individual pareça prevalecer, a iniciativa de re-volução surge e surgirá sempre, daqueles que buscam a inteligência coletiva através de fecundas sementes... É a criação do Homem Simbiótico através do saber-ser que se caracteriza como a habilidade de se relacionar com os demais indivíduos por meio de um convívio democrático, solidário e ético, que priorize para e na sociedade o capital do terceiro milênio: o saber em rede!
Eis o advento do artesanato interior.
Livros relacionados com o artigo "O saber em rede":
• Ecologia: um Guia de Bolso - ERNEST CALLENBACH
• Moby Dick - HERMAN MELVILLE
• A Arte de Ter Razão - ARTHUR SCHOPENHAUER
• Edgar Morin - IZABEL CRISTINA PETRAGLIA
• Educação Ambiental: Princípios e Práticas - GENEBALDO FREIRE DIAS
• AVELINE, Carlos Cardoso. A vida secreta da natureza: uma iniciação à ecologia profunda
• BRAUN, Ricardo. Desenvolvimento ao ponto sustentável.
• BRÜGGER, Paula. Educação ou adestramento ambiental?. Ilha de Santa Catarina
• DIAS, Genebaldo Freire. Fundamentos de educação ambiental
• MEDINA, Nana Minini. Educação ambiental: uma metodologia participativa de formação
• MORIN, Edgard. Complexidade e transdisciplinaridade: a reforma da universidade e do ensino fundamental
• GADOTTI, Moacir. Pedagogia da terra
• ROSNAY, Joel. O homem simbiótico: perspectivas para o terceiro milênio
• SAHTOURIS, Elisabet. What’s wrong with environmental education?. The Bridg. Tachi Kiuchi’s Tokyo newsletter, e, March, 2002. Disponível em: http://www.sahtouris.com . Acesso em: 31 jan. 2003.
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