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Parceria eficiente: escola e família
Graziele Ferreira - Publicado em 29.04.2008
Só quem trabalha com adolescente sabe o que isso representa: atrasos, mau-humor, respostas agressivas e aquela preguiça diária. Vale lembrar que nem todos são assim, mas a grande maioria demonstra comportamentos semelhantes aos citados acima.
Sabemos que a adolescência é uma fase de insegurança e que a agressividade constante, períodos longos de tristeza e desinteresse são normais e fazem parte do processo de crescimento.
O que têm preocupado professores, coordenadores e orientadores são as notícias de alunos que enfrentam e espancam professores e toda repercussão sobre o assunto, os casos são chocantes e reacendem uma discussão; Até que ponto a família é responsável por estes atos inconseqüentes?
Entendemos que o papel da escola é proporcionar o conhecimento e a socialização e nada pode justificar atos absurdos de agressividade. O que começa com uma leve indisciplina pode terminar em agressão física, por isso que a escola e a família devem trabalhar em parceria, para evitar que situações como estas aconteçam em seu dia a dia.
A falta de limites faz com que o adolescente não respeite a autoridade de seus pais, então ele repetirá tais comportamentos em outros ambientes, e consequentemente na escola.
É importante ressaltar que a escola e a família devem ser parceiros, os pais não precisam se envergonhar de admitir suas inseguranças e pedir conselhos. Ser flexível e saber desenvolver a auto-estima desde a infância, é dar tranqüilidade e segurança para enfrentar desafios e situações novas.
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