Liberdade de expressão no país dos outros é refresco
A Europa usa como desculpa as charges de Maomé para defenestrar os muçulmanos de seus países. Hoje, a tão comentada liberdade de expressão caiu na fosso da mentira. David Irving, escritor inglês revisionista declarou-se culpado pelas apologias ao Terceiro Reich.
O escritor usou a liberdade de expressão em seus livros para dizer que os seis milhões de judeus mortos não foram mortos propriamente pelos nazistas. Segundo a história que nos contaram ninguém morreu de velhice, acidente, doença ou fogo amigo, todas as pessoas de crença judia morreram em câmaras de gás. Para levar isto a sério que tal ler o livro "A Indústria do Holocausto" de Finkelstein e entender o porquê alguns números são exagerados e empresas são investigadas.
Irving também é um dos maiores defensores da memória do ataque criminoso dos aliados em Dresden. Ataque ocorrido contra civis alemães com a guerra já ganha e sem nenhum propósito militar. No ataque morreram mais pessoas que em Hiroxima e Nagasaki juntas.
No julgamento do politicamente correto, Irving se declarou culpado tal qual os representates da Fraternidade pegos pelo Ministério da Verdade do livro 1984 de George Orwell.
Se as histórias de Irving são verdades ou não poucos podem afirmar pois a história é escrita pelos que ganham as guerras. Irving é uma amostra clara que a Europa só fala em liberdade de expressão quando lhe convém. Afinal, negar o holocaustos não é só particularidade de europeus.
Irving pode pegar dez anos de prisão por dizer o que pensa. Certamente muitas de suas afirmações são fruto de uma ideologia, mas condenar um homem por dizer o que pensa e deixar os editores de um jornal que insulta a religão alheia e conserva a de seus amigos é vergonhoso.
Irving está há três meses em prisão preventiva. Os editores do jornal dinamarquês estão soltos.


