Asiáticos protestaram com charges de Buda em 2002
O escândalo das Charges de Maomé de 2005 já caiu no Buraco da Memória, mas em abril de 2002 a loja Abercrombie & Fitch lançou uma linha de camisetas com caricaturas consideradas ofensivas aos asiáticos.
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A Abercrombie & Fitch recebeu diversas queixas de estudantes estadunidenses de origem asiática. sobre as camisetas. Curiosamente estes eram o alvo da campanha das camisetas "descoladas" da marca.
Em pouco tempo a A&F retirou os itens do catálogo e de todas as suas lojas nos EUA. A empresa alegou a liberdade de expressão como uma de suas características, outros grupos eram satirizados pela marca como mulheres, jovens, skatistas e iranianos.
Logo vieram os pedidos de desculpa dos gerentes da loja, mas os asiáticos nos EUA não acharam nada engraçado a forma preconceituosa e estereotipada dos asiáticos que as peças retratavam (lavanderias, chapeús, fala errada, etc.). O uso de Buda foi muito questionado também. O mesmo problema das charges de Maomé. O uso de imagens religiosas e ridicularização das minorias para fazer humor.
Alguns consumidores encararam de forma positiva, mesmo os descedentes de orientais. Entretanto, a Abercrombie & Fitch teve que enfrentar protestos e ameaças de boicote.
Se as camistas fossem com Maomé a história seira outra.
Abaixo os protestos do boicote promovido contra a A&F em 2002:

Em inglês a petição do boicote à A&F.






