A guerra santa dos videogames
Os videogames se tornaram uma importante ameaça para conquistar corações e mentes.
De um lado radicais islâmicos alteram jogos com o intuito de difamar os EUA. Do outro lado faz muito sucesso em que os EUA são os mocinhos e os bandidos têm aparência muçulmana.
A Al Qaeda tem investido em alterações de jogos de guerras. Os "patches" e "mods" alteram os jogos para que os soldados estadunidenses sejam os vilões e os muçulmanos os heróis. Depois de modificados as alterações ficam disponíveis na web, como Battlefield 2, da Eletronic Arts.
Além dos ?mods? foram criados jogos novos com o roteiro inverso ao que os EUA se acostumaram a fazer. Nós somos os salvadores. Eles são os vilões.
O governo dos EUA investe pesado em criar novos jogos em que o exército americano e as forças de coalizão sejam os mocinhos. Os vilões você já sabe quem eles são...
America's Army, por exemplo, é um jogo em primeira pessoa que pode ser baixado e jogado de graça no sítio www.americasarmy.com.
O que é real e irreal no mundo dos videogames? Você sabe? As ideologias e publicidade cada vez mais avançam nas plataformas mais potentes, como os recém-lançados Xbox 360, Playstation 3 e Wii, da Nintendo.
Se você ainda acha que videogame é brinquedo ou coisa de criança saiba que 46% de todos os consumidores dos Estados Unidos já jogaram games on-line e 90% trocaram uma refeição pelo videogame, segundo pesquisa da AOL divulgada em 2005.
Que saudade da época do Pac-Man!


