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Danilo José Figueiredo - Publicado em 20.10.2003




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Em 1977, depois de ter o roteiro rejeitado por outros grandes estúdios de Hollywood, George Lucas estréia o filme que o colocaria no hall dos maiores diretores/produtores da História do Cinema: Star Wars episódio IV: Uma Nova Esperança.

O que causou estranhamento na mente da maioria dos estúdios não foi nem sequer o fato do filme, que era o primeiro de uma possível série, se intitular episódio IV, mas sim, o roteiro em si. Para a maior parte dos produtores que se recusaram a aceitar o projeto, um filme que se passava numa Galáxia cuja evolução tecnológica e religiosa era tão diferente da nossa (com espadas (ainda que laser) convivendo com cruzadores intergaláticos e uma rede de comunicações poderosa o suficiente para sustentar um Império numa Galáxia inteira), era no mínimo anacrônico e, sendo assim, digno do Cinema B, ou trash, como chamamos hoje.

No entanto, a Twenty Century Fox aceitou o projeto e, apesar de inicialmente propor a Lucas que o filme fosse lançado na forma de uma série de televisão, ou seja, em vários capítulos, acabou lançando-o como película para o cinema. Acertou em cheio, em pouco tempo Star Wars se transformou no maior sucesso do cinema até então. O filme enriqueceu tanto a Fox quanto George Lucas e tornou inevitável o lançamento, por volta de 1981, do segundo filme da série (considerado até hoje, pela crítica, como o melhor de todos): Star Wars episódio V: O Império Contra-Ataca.

Mostrando ainda mais do Universo Star Wars, este excelente filme fez com que o mundo passasse a esperar ansioso pelo lançamento, em 1983, do desfecho da série: Star Wars episódio VI: O Retorno de Jedi.

Todos estavam satisfeitos, haviam visto como tudo começara, se desenvolvera e acabara. Uma perfeita história de traição, conspiração e redenção medieval, ambientada num universo futurista. Porém, o começo de tudo ainda estava por vir.

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