Terror, pop art e contracultura
A história dos quadrinhos, de Bill Gaines a Roy Lichtenstein - Parte 1
Até 1947, o jovem William M. Gaines não passava de um bom-vivant dedicado única e exclusivamente às coisas boas do mundo. Mas só até

 

passou para o filho a missão de tocar adiante a empresa da família, a editora de quadrinhos religiosos Educational Comics. O único problema é que quadrinhos religiosos não eram exatamente um gênero de sucesso entre a molecada, que preferia as aventuras do Capitão América às

 
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[ » ] Leia também a segunda e a terceira parte deste artigo.

 
 
   
 
 

1947, pois naquele mesmo ano sua vida mudaria drasticamente após a morte de sua mãe num acidente de barco. Profundamente abatido com a tragédia, seu pai, Max Gaines, resolveu retirar-se dos negócios e

 

adaptações carolas de passagens do Novo Testamento, daí ser compreensível que a Educational Comics estivesse em sérias dificuldades financeiras. Entretanto, ant. - 1 - 2 - 3 - 4 -próx.

 
 

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Quadrinhos e arte seqüen-cial - WILL EISNER. [$]

 
    
   
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