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Os presidentes do regime militar (1964-1985)
A ditadura militar interrompeu o processo democrático brasileiro que durava desde o fim do Estado Novo de Vargas em 1945. Em 1º de Abril de 1964, o Congresso Nacional era aberto às pressas para que fosse declarada vaga a presidência da República, o gesto atropelou a constituição pois o presidente João Goulart estava em território nacional.




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Ranieri Mazzilli, presidente da Câmara, assume figurativamente a presidência. A grande imprensa, a mesma que hoje é chamada de comunista pelos fascilósofos, apoia o golpe e declara a fuga do presidente e o retorno da "democracia".

Oito dias após o dia da mentira é declarado o primeiro dos nefastos Atos Institucionais. O AI-1 cassou mandatos, suspendeu imunidade parlamentar e estabilidade dos funcionários públicos.

Governo Castello Branco (1964 - 1967) - No dia 11 de Abril o congresso elege, em nome da "democracia", o chefe do Estado-maior do Exército, marechal Humberto de Alencar Castello Branco. Este governo duraria até as eleições de 1965, mas foi prorrogado por mais dois anos em nome do "amor, ordem e progresso".

O cearense Castello Branco tome posse quatro dias depois e consolida o golpe (chamado de revolução pelos defensores e fascilósofos). A ditadura mostra a sua cara: mais três Atos Institucionais são baixados, limitando a liberdade e dissolvendo todos os partidos políticos. São permitidos apenas dois novos partidos, a Arena (Aliança Renovadora Nacional) e o MDB (Movimento Democrático Brasileiro). Na verdade, a existência do partido de oposição (MDB) serve apenas para legitimar a "democracia".

Esta ditadura foi atípica porque previa eleições para presidente e governadores, mesmo que indiretas, e permitia uma oposição figurativa. Todos os mecanismos foram usados para tentar manter uma aparência democrática. Entretanto, vários políticos foram cassados, principalmente aqueles que podiam enfraquecer o golpe como o ex-presidente Juscelino Kubitschek e o ex-governador da Guanabara, Carlos Lacerda, que apoiou o golpe mas foi cassado porque achava que o golpe garantiria a médio prazo eleições para presidente. A ditadura militar dura e não foi uma nuvem passageira como Lacerda gostaria. Um trampolim para a presidência.

As cassações ocorrem para manter os militares no poder. No governo da renovação nacional as uniões nacionais e estaduais dos estudantes são abolidas. Cria-se o Serviço Nacional de Informações (SNI), uma espécie de polícia do pensamento orwelliana. Usando informantes, em outubro de 1965, a polícia militar invade e fecha a Universidade de Brasília.

A sexta Constituição do país e a quinta da República faz a ditadura se assumir de vez. A Constituição de 1967 incorpora os atos institucionais vigentes, dá mais poderes ao executivo enquanto os do congresso são reduzidos. São criadas as novas leis de imprensa e a nefasta Lei de Segurança Nacional, a qual toda oposição ao regime se enquadrava.

Governo Costa e Silva (1967 - 1969) - É no governo do gaúcho Arthur da Costa e Silva que a ditadura se consolida. Com o discurso de combate ao terrorismo, a ditadura militar cria um aparato estatal quase nos moldes dos países comunistas, além do centralismo e da castração da liberdade partidária e individual.

Ex-Ministro da Guerra de Castello Branco, Costa e Silva havia sido afastado do comando do 4º Exército pelo presidente João Goulart por ter reprimido manifestações estudantis.

Como uma mentira de 1º de Abril não dura muito, a oposição cresce no país, mesmo entre aqueles que desejavam a saída de Goulart em 1964. As passeatas aumentam na mesma proporção do descontentamento popular. Afinal, o golpe para defender a pátria e a liberdade havia se convertido numa ditadura, mal disfarçada de democracia, sem prazo para terminar.

Em 1968 a situação estava insustentável para a "redentora". Para conter os protestos e greves, principalmente nas grandes cidades, o governo decreta em abril que 68 municípios são estratégicos para a segurança nacional, e portanto, têm seus prefeitos nomeados diretamente pelo governo federal.

A oposição se reúne na Frente Ampla, um movimento democrático que reunia os ex-presidentes Juscelino Kubitschek e João Goulart e o ex-governador da Guanabara, Carlos Lacerda. Os três morreram em circunstâncias duvidosas - num curto intervalo nos anos 1976 e 1977.

Os mais fascistas pressionam o governo a radicalizar a ditadura. A única forma para afastar o perigo do desmonte da farsa. 13 de dezembro, uma sexta-feira, o governo decreta o AI-5, considerado o golpe dentro do golpe, o primeiro Ato Institucional sem prazo de vigência, dissolve o congresso, cassa mandatos e dá plenos poderes ao presidente. Enfim, a ditadura mostra as suas garras numa sexta-feira 13. Para um golpe que começou no dia 1º de Abril, o dia da mentira, todos os símbolos irônicos tornam-se uma piada de mau gosto.

Costa e Silva sofre uma trombose e é obrigado a se afastar da presidência em agosto de 1969. Como seu vice-presidente Pedro Aleixo é civil, cria-se um impasse. A solução para manter a "democracia" é a criação da "Junta Militar". Costa e Silva morre quatro meses depois.

Governo da Junta Militar (1969) - A Junta Militar é formada pelos ministros da Exército (Aurélio de Lira Tavares), Força Aérea (Márcio de Sousa e Melo) e Marinha (Augusto Rademaker). O governo da Junta Militar, popularmente conhecida como "Os Três Patetas", dura apenas dois meses e é marcado pela radicalização dos descontentes e das reações do governo, que cria, em nome de Deus e da democracia, a punição de expulsão do país e a pena de morte para os contra-revolucionários. O congresso, agora amordaçado pelas cassações, é reaberto após dez meses de recesso.

Governo Médici (1969-1974) - Sonho de consumo de qualquer nazi-fascista, o governo de Emílio Garrastazu Médici leva o Brasil aos anos de chumbo. A luta armada passa a ser cada vez mais forte no governo do ex-chefe do SNI. Para contê-la, o Destacamento de Operações e Informações ao Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi) amplia para todo o país as torturas contra aqueles que fossem, inclusive, suspeitos de lutar contra os princípios democráticos.

O governo ganha força popular com o milagre econômico, os fascilósofos justificam qualquer atrocidade devido aos ótimos índices econômicos do governo Médici, como se a Alemanha Hitlerista também não tivesse seus anos de glória. O povão que sempre deixa a vida o levar, apoia o governo. O tri-campeonamento da seleção brasileira no México contribui ainda mais a "ilha de tranqüilidade mundial", afinal não são os brasileiros que moram num país tropical abençoado por Deus e bonito por natureza? Não é o Brasil que deve ser amado o deixado? Não é o coração dos brasileiros que é verde, branco, amarelo e azul anil?

Nos anos 70 começam os mega-projetos que fariam inveja a Albert Speer. Transamazônica, Ponte Rio-Niterói, Hidrelétrica de Itaipu. Todos os projetos eram os maiores do mundo, ampliando o complexo de inferioridade do país.

Governo Geisel (1974 - 1979) - Com o fim do milagre econômico, o governo do gaúcho Ernesto Geisel tem de enfrentar o aumento da inflação, crise do petróleo e transferência de investimentos para os Tigres Asiáticos. Depois de 10 anos, a ditadura sofre uma grande derrota nas urnas. A oposição vence nos Estados e cidades mais importantes do país. Geisel mantém a legalidade das eleições, descontentando fascilósofos e fascistas, e passa a comandar a abertura "lenta, gradual e segura".

A derrota nas eleições de 1974 é fundamental para a criação da Lei Falcão, que abole os debates políticos nos meios de comunicação. No ano seguinte, a censura é oficialmente suspensa. Ou seja, a ditadura terminaria em breve, mas apenas seria entregue às pessoas "confiáveis". Este era o plano, que foi mudado com uma nova derrota nas urnas em 1976.
 


Como resposta às urnas, o governo fecha o congresso e modifica vergonhosamente as regras eleitorais com o intuito de garantir a maioria das cadeiras do parlamento. As bancadas do Nordeste, reduto da Arena, passam a contar com maior peso proporcional na Câmara e Senado e o mandato presidencial é aumentado em mais um ano. A maior aberração fica por conta do surgimento do "senador biônico", este era eleito pelas assembléias estaduais, indiretamente, claro.

Panis et Circenses. O campeonato nacional de futebol, criado em 1971, é ampliado com fins políticos. "Onde a Arena vai mal, um time no nacional", este refão popular teve de ser modificado com o inchaço do Campeonato Brasileiro ano a ano. Em 1979, o torneio foi disputado por 94 clubes. Um novo refrão foi criado: "Onde a Arena vai mal, um time no nacional. Onde a Arena vai bem, um time também."

Geisel, ex-ministro do Supremo Tribunal Militar e ex-presidente da Petrobrás, enfrenta a ala linha-dura dos militares para realizar a abertura. Geisel mantém a legalidade das eleições de 1974, dá uma resposta às pressões estrangeiras ao afastar o general Ednardo d'Ávila Mello devido a morte do jornalista Vladimir Herzog e do operário Manuel Fiel Filho, no interior do DOI-Codi. Os estadunidenses tinham um dilema na América Latina: como poderiam lutar em nome da democracia na Ásia e ter de apoiar ditaduras vizinhas que torturavam pessoas nos porões?

Devido às pressões populares (motivadas pelo fim do milagre econômico) e do governo dos EUA, o governo Geisel poê fim ao AI-5 e restaura o habeas-corpus. A dívida externa cresce e a opisição vence novamente as eleições.

Governo Figueiredo (1979 - 1985) - A mentira se encerra com chave-de-ouro. O general Figueiredo certamente foi o menos cortês de todos os presidentes do período militar, frases ríspidas e gafes foram correntes em seu governo. Ex-chefe do SNI no Rio de Janeiro, o carioca João Baptista de Oliveira Figueiredo governa o país entre 15 de março de 1979 e 15 de março de 1985.

A abertura política se intensifica com a anistia ampla, geral e irrestrita. Mais um vexame da ditadura e dos grupos que agora estão no poder. Este tipo de anistia beneficia o terrorismo de ambos os lados e só garante a normalidade aos interessados. Entretanto, os atentados continuam, como o mal sucedido no RioCentro em 1981. Uma bomba foi detonada antes do tempo. O terrorismo do Estado tinha com o objetivo culpar a oposição, e assim, prolongar ao máximo o regime militar.

Volta a inflação e o pluripartidarismo. A Arena dá lugar ao PDS e o MDB vira o PMDB. Assim como vários exilados, Leonel Brizola retorna ao país, tenta refundar o PTB, mas perde a sigla para Ivete Vargas, e cria o PDT. A força das greves em São Paulo faz nascer o PT, partido do atual presidente que tem apoio de várias figuras da Arena, PDS, seitas oportunistas e semelhantes.

Nas eleições parlamentares de 1982, novamente as regras do jogo eleitoral são mudadas para favorecer o regime militar. Já prevendo a abertura, o mandato de vereadores e prefeitos são prorrogados e as eleições gerais são adiadas em dois anos. Para amarrar o eleitor é criada a vinculação do voto. O PDS elege 18 governadores, enquanto o PMDB elege oito e o PDT apenas um.

20 anos depois do golpe, o país inteiro é sacudido pela campanha da Diretas Já. A emenda constitucional previa eleições diretas em 1985. Os mantenedores do sistema acharam arriscado demais. Havia apenas três anos que Brizola se elegera governador do Rio de Janeiro e Tancredo em Minas Gerais. Outras figuras indesejáveis ao poder despontavam no cenário político, como o Lula versão 1985, não este clone de 2004 embelezado pelo Duda Mendonça e apoiado pelo Sarney e afins. A princípio, a grande imprensa tentou esconder as manifestações e comícios das Diretas Já. No final chegou a trasmiti-los de olho na audiência. O maior comício reuniu quase dois milhões de pessoas em São Paulo com a participação de personalidades e políticos de tendências opostas. Logicamente, os oportunistas de plantão não deixaram de comparecer.

Em mais uma página do grande livro das vergonhas do Brasil, o congresso ignora o pedido popular, e mantém as eleições indiretas para presidente. 298 deputados votam a favor e 65 contra. Apenas 22 votos a mais seriam necessários para aprovar a emenda constitucional, mas três deputados se abstém e simplesmente 113 não comparecem. Nas eleições indiretas para presidente, Tancredo Neves, o mesmo que foi primeiro-ministro no período-golpe parlamentarista, derrota Paulo Maluf, candidato do PDS. Tancredo, governador de Minas Gerais pelo PMDB, é eleito com o apoio de dissidentes do PDS, a Frente Liberal, que se tornou o PFL. A história sempre se repete. Na iminência de sair do governo, um grupo se desassocia do poder e passa a apoiar a ala que irá governar em breve. Não é à toa que o PL, partido do atual vice-presidente, foi o que mais cresceu depois da vitória do milionário ex-torneiro-mecânico.

A ditadura que se iniciou envergonhada termina numa quebra de protocolo. Figueiredo recusa-se a passar a faixa para José Sarney, presidente interino devido a internação de Tancredo. No final das contas, o ex-presidente do PDS, é quem assume de vez o governo por mais cinco anos com a morte de Tancredo. A abertura no Brasil teria mesmo de ser bem lenta. Só em 1989 o país voltou a ter eleições diretas, isto porque Sarney usou uma brecha na constituição para ficar mais um ano, distribuindo concessões de rádio e televisão.

Os 21 anos de ditadura interromperam o processo democrático e, mesmo com aumentos consideráveis em alguns anos do PIB, deixou mais pontos negativos do que positivos, como a centralização, o inchaço das grandes cidades, o sucateamento da malha ferroviária, o emburrecimento do ensino, o endividamento externo e a estatização excessiva. O Brasil tem uma tradição pouco democrática em que até os partidos de esquerda sabem de cor. O PT pediu a saída de todos os presidentes eleitos democraticamente no pós-ditadura e fez de tudo para barrar uma CPI que certamente revelaria muitos podres a mais e daria num impeachment de Lula. Se o governo Lula continuar a pensar que ainda está em campanha e apenas se apoiar na propaganda, em muito pouco tempo ouviremos “Fora Lula”.

EU TE AMO, MEU BRASIL!
Letra e música: Don e Ravel
As praias do Brasil ensolaradas,
O chão onde o país se elevou,
A mão de Deus abençoou,
Mulher que nasce aqui tem muito mais amor.

O céu do meu Brasil tem mais estrelas.
O sol do meu país, mais esplendor.
A mão de Deus abençoou,
Em terras brasileiras vou plantar amor.

Eu te amo, meu Brasil, eu te amo!
Meu coração é verde, amarelo, branco, azul anil.
Eu te amo, meu Brasil, eu te amo!
Ninguém segura a juventude do Brasil.

As tardes do Brasil são mais douradas.
Mulatas brotam cheias de calor.
A mão de Deus abençoou,
Eu vou ficar aqui, porque existe amor.

No carnaval, os gringos querem vê-las,
No colossal desfile multicor.
A mão de Deus abençoou,
Em terras brasileiras vou plantar amor.

Adoro meu Brasil de madrugada,
Nas horas que estou com meu amor.
A mão de Deus abençoou,
A minha amada vai comigo aonde eu for.

As noites do Brasil tem mais beleza.
A hora chora de tristeza e dor,
Porque a natureza sopra
E ela vai-se embora, enquanto eu planto amor.

Enquanto isso, acompanha-se o Big Brother sem saber o sentido do nome do programa e louva-se a apatia em receitas musicais de diversos estilos musicais como: “Deixa a vida me levar...” e "Vou deixar a vida me levar..."

Leia também:
Todos os presidentes da República Federativa do Brasil
Especial Eleições 2006
• Especial 1º de Abril de 1964, 40 anos de uma mentira nada engraçada.




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