Livres para amar
Anteriormente, em artigo publicado sobre a representação da mulher na sociedade - "A farsa das feministas" - abordei como as chamadas "conquistas femininas" não passam de mentiras.
Em função da forma como decorre o processo de representação da

 

como é vista, se mudar de pólo, ou seja, passar a agir e a pensar como homem. Até coloquei aquela piadinha "mulher no volante, perigo constante" que ilustra muito bem.
O leitor deverá estar se perguntando porque tantos rodeios. Pois bem, todo fenômeno de representação é baseado no

 

instância se mudasse de pólo, ou se o pólo ao qual pertence passasse a deter a posição de dominante, no caso, fosse reconhecida como capaz de dirigir.
Nota-se que não há um meio-termo, ou se está no pólo dominanate ou não. Não se pode pertencer ao pólo dominado e deter conhecimentos do

 
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[ " ] A mulher só saberia dirigir bem se o fizesse como um homem.

 
 
     
 
mulher, onde ela só é reconhecida como tal por identificar quem é e o que é o homem, e principalmente pelo fato das relações de diferenciação serem binárias, a mulher só mudará as condições de  

binarismo. O binarismo coloca que as diferenciações só podem ser compostas por dois pólos opostos. A mulher só saberia dirigir bem se o fizesse como um homem, ou seja, ela só seria reconhecida em tal

 

pólo dominante. Ou se é uma coisa ou outra.
Agora chegamos ao ponto. Até hoje, os relacionamentos só são reconhecidos e aceitos como
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1984
Obra-prima de George Orwell. [$]

 
     
     
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