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Livres para amar
Anteriormente, em artigo publicado sobre a representação
da mulher na sociedade - "A
farsa das feministas" - abordei como as chamadas
"conquistas femininas" não passam de mentiras.
Em função da forma como decorre o processo de
representação da
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como é vista, se mudar de pólo,
ou seja, passar a agir e a pensar como homem. Até coloquei
aquela piadinha "mulher no volante, perigo constante"
que ilustra muito bem.
O leitor deverá estar se perguntando porque tantos
rodeios. Pois bem, todo fenômeno de representação
é baseado no
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instância se mudasse de pólo,
ou se o pólo ao qual pertence passasse a deter a posição
de dominante, no caso, fosse reconhecida como capaz de dirigir.
Nota-se que não há um meio-termo, ou se está
no pólo dominanate ou não. Não se pode
pertencer ao pólo dominado e deter conhecimentos do
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